Mostrar mensagens com a etiqueta Filosofias baratas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filosofias baratas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Momento fútil do dia!

Sinto-me uma totó quando me deparo com este blog parado à 4 anos!!!
Podia neste momento ser uma blogger de sucesso e receber prendas das grandes marcas só em troco de publicidade para os meus milhentos seguidores?

Falando em seguidores, ainda alguém por aí?

sábado, 22 de junho de 2013

É a vida...

É uma paixão antiga.
Muito abafada inicialmente... agora facilmente assumida.
A timidez inibiu-a... e a agora que a timidez me deu tréguas, e a confiança já existe em doses moderadas... chego á conclusão que estou quase fora de prazo!
É esta a vida... pode ser que se concretize para a próxima!

É por isto que acredito tanto na reencarnação e na vida depois da morte, faz-me sentir menos frustrada e cheia de fé ;)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013




Por vezes é preciso passar os sonho para a realidade.
É preciso desprendermo-nos dos medos e das amarras.
É preciso saltar sem paraquedas para o desconhecido.
É preciso arriscar sem garantias.
Só assim poderemos conhecer verdadeiramente a adrenalina de viver e quiçá tropeçar na felicidade e realização.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sem título/Sem filtro /Sem nexo

Estou há 36 horas a viver um pesadelo... que eu pensava que estava chegar ao fim... mas que sinto agora, que está só a começar!

Depois de um dia, uma noite, uma madrugada inteira de velório, a missa e o funeral, chego à 1ª conclusão: quem inventou estes rituais só poderia ser muito masoquista.
Mas aguentei este penoso e desgastante processo... ela merecia... eles merecem!

Achei que agora conseguiria deitar a cabeça na almofada e desligar o cérebro... mas não...
Continuo a pensar neles... como será que estarão os dois na casa que antes era dos três?
Como se sobrevive a um desgosto deste?
A ver repetidas vezes as mesmas imagens em slow motion.

Sempre ouvi dizer que o mal é de quem parte... não sei se concordo.
Se quem parte se livra da dor e do sofrimento que a existência lhe trazia e que dificilmente se conseguiria libertar. Quero acreditar que foi o melhor, que está bem melhor e a dar um olho por nós como se um anjo da guarda se tratasse.

Agora como se vive com a perda de um filho, muito desejado, muito amado? Isto é contra natura!
Como se ajuda uns pais nesta situação?
A minha missão é descobrir e fazer o melhor que posso e que sei.

Outra missão é perceber a mensagem que a curta vida deste ser nos deixou, sim... pois sei que não foi em vão a sua passagem.
Começo a perceber que há coisas que não merecem o valor que lhes damos. Andamos sempre a queixar-nos de tanta coisas sem importância.
Foi preciso esta prova para ver que independentemente das nossas diferentes maneiras de ser, pensar e agir... eles são sem dúvida membros de uma família que eu escolhi e que faria tudo para não os ver destroçados desta maneira. Que por vezes andamos tão cegos com mesquinhices que nem percebemos o quanto gostamos das pessoas que nos rodeiam.

Estou aliviada por a ter conseguido visitado duas vezes nestas últimas duas semanas. Não me teria perdoado se isso não acontecesse.
É mais outra aprendizagem... andamos sempre tão atarefados com a rotina diária das nossas vidas que achamos que é impossível acrescentar algo mais. É possível e chama-se gestão de prioridades... muitas vezes temos estas prioridades tão trocadas, inconscientemente.
Fiquei feliz de as condições terem permitido levar a minha Bárbara, foi bom te-las visto interagido uma com a outra mesmo com um vidro pelo meio.
Dizem que os bebés tem uma forma própria de se comunicarem entre eles. Percebi a maneira sóbria e adulta (que ela já tinha com aquela tenra idade) como ela observou a Bárbara todo o tempo da nossa primeira visita. Ela  teria muito para lhe dizer, mas a imaturidade e inconsciência da Bárbara não lhe permitiram captar a mensagem por completo. E note-se que tem só 6 meses de diferença... mas nas vivências estavam a anos luz. Mas espero que algo, por muito pouco que seja tenha passado e permaneça na (in)consciência da Bárbara.
Na segunda visita, percebo agora, que ela já estava a perder as forças, foi o nosso adeus!

Outra coisa que me agonia é as tais melhoras da morte... aquela coisa que nos enche de esperança nos  últimos dias/horas... para depois nos apunhalar pelas costas!

Outra coisa que me incomoda é este sentimento estúpido de me sentir uma egoísta/sortuda/sei lá o quê, por ter a minha filha viva e com saúde aqui ao pé de mim.

Algo curioso é como os nossos sentimentos fazem mudar os nossos actos e pensamentos do dia para a noite. Nunca gostei de ver mortos, muito menos tocar ou beijar. Mas com ela foi diferente. Beijei-a e fiz.lhe as festas que um rigoroso isolamento médico não me permitiam à muito.

Nunca fui visitar campas ao cemitério, acho outro ritual desnecessário... mas sinto que com ela vai ser diferente! Acho que vou-me sentir bem no 121. Apesar de saber que lá estou somente a sua morada  física. A espiritual está connosco e nos nossos corações diariamente.

Tenho pena que não tenha tido tempo suficiente para ser a Madrinha fixe que idealizei ser para ela.
Mas sei que a amo e amarei para o resto dos meus dias.
Quero agora ter força e sapiência para ajudar os meus amigos a ultrapassar esta dura prova de fogo.
Quero agora e sempre lembrar as coisas que este anjinho me ensinou, tão essenciais mas por vezes tão esquecidas.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Balanço 2012/ Expectativas para 2013

2012 começou com o ponto alto da minha vida.
Em Janeiro fui mãe e descobri o "tal" amor maior que até então não conseguia compreender.
A partir desse dia as coisas foram piorando.
Não posso dizer que tenha sido um ano MAU, mas foi pesadote.
Os problemas e pseudo problemas que a minha filha teve, que a esta distância foram insignificantes, mas que na hora perturbaram este coração de mãe.
A doença rara e grave da minha afilhada que ainda está longe de estar resolvida ou pelo menos estabilizada.
Esta instabilidade emocional derivada a esta vontade de ser mais autêntica e genuína, mas com a probabilidade de ser mal interpretada.
Esta pouca paciência para estar rodeada de gente que não me diz nada, que contribuiu para o meu isolamento mas bem-estar.
A frustração profissional pela falta de reconhecimento, as esperanças infundadas, a ansiedade, as tomadas de decisões...
A conjuntura actual do país... esta crise que parece não ter fim e que nos desanima a todos.
 
2012 foi um ano pesado, mas essencial para o meu crescimento humano e espiritual.
Foi o ano da tomada de consciência, foi o ano de desbloquear a mente e colocar combustível para rumar contra o conformismo.
 
Sei que as expectativas para 2013, a nível económico e financeiro, não são animadoras... mas eu estou a apostar tudo em 2013.
Vai ser um ano de muitas mudanças, onde vou enfrentar o meu medo MAIOR, sair da área de conforto rumo ao desconhecido.
A área é de conforto mas já não me trás a felicidade total... é altura de agir!
Só peço saúde para mim e para os meus, trabalho com fartura e que dê pelo menos para que nada falte à minha filha, que eu e o meu marido continuemos a ter esta relação de companheirismo e um milagre para a minha afilhada. O resto tudo se irá arranjando.
 
2013 pode não ser o tal ano para o país, para o mundo... mas para mim será o ANO!
E até os planetas estão alinhados :)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Mais um passo rumo à libertação


São pequenos passos... mas importantes para a minha libertação mental e espiritual.
E começo a perceber o gosto malvado que dá em quebrar regras, tabus e protocolos.
Se lhe tomo o gosto é melhor que os Maias tenham razão e o mundo acabe já dia 21.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Amizades

Onde estão os amigos da escola, da faculdade, do trabalho, da infância???
Não sei mas perderam-se algures.
Questiono-me se a culpa é minha, se é dos outros, se é das circunstâncias.
A distância e o tempo, ou a falta deste, contribuem mas não podem ser responsabilizados sozinhos.

Há coisas que tenho que resolver nesta vida... se a nível material não posso tomar decisões, ou não devo, ou ainda tenho medo... a nível relacional nada me impede.
O primeiro passo foi dado, resta continuar a caminhada.
Chega de apostar em gente que não me retribuir na mesma medida, chega de apostar em gente que não me diz nada só porque fica bem.
Está na hora de abrir a porta a novas pessoas... está na hora de plantar para depois colher.

2013 vai ser o ano de grandes mudanças... não sei se para melhor ou pior... mas mudar é imperativo!
E como alguém dizia: "tomar decisões é libertador".

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Estou em choque!!!

O fim do ano está a chegar, começa a ser imperativo tomar decisões à muito adiadas.
Por isso voltei a fazer contas à vida e encontrei a circular na net este simulador de vencimentos para 2013.

Depois da simulação entrei quase em paragem cardio-respiratória.
É impossível que se anda a trabalhar um mês inteiro e 35% (no meu caso) do nosso salário seja para impostos. Mas está tudo louco!!!
Pergunto-me como vamos sobreviver.

E isto faz-me parar de novo e pesar novamente o que já estava pesado à muito.
E depois dizem que cada um é dono da sua vida... balelas... 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

É giro constatar que há coisas que me chegam às mãos sem eu fazer um único esforço.
É o destino :)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Conversa sobre cereais e cultivos... ou não!



Apetece-me eliminar amigos, e não é na lista do Facebook, é mesmo na vida real.
Mas a coisa não é tão fácil como no Facebook.
Há amigos que queremos eliminar (joio) que estão sempre associados a amigos que queremos manter (trigo)... e neste contexto ou fica-se com o trigo e com o joio, ou arrasamos por completo a seara.
E depois há aquelas pessoas (novas sementes) que até achamos super interessantes, que gostarias de travar uma relação mais próxima... mas que fica sempre para a próxima, porque entretanto tens mais um frete com o joio, no qual também irá o trigo e que nos faz sentir na obrigação de ir para não sermos apelidados de anti-sociais.
Há sempre a hipótese de ajuntar o trigo, o joio e as novas sementes... mas acho que as novas sementes não merecem ser cultivadas num terreno contaminado.

E só me apetece esbofetear-me por pensar tanto e fazer tão pouco. Por tentar sempre ser politicamente correcta. Por dar muito valores ao que os outros vão dizer, ao que os outros vão pensar. RSRRSRS

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

É triste



É triste quando nos sentimos incompreendidos.
É triste quando um prazer se torna uma obrigação.
É triste quando não temos o apoio de quem mais esperavamos.
É triste quando uma única escolha põe em causa tudo o que já fizeste até aqui.
É triste quando o material se sobrepõe ao emocional.
É triste quando nos condicionam as escolhas.
É triste mas é a vida!

Agora escolhe: ou tomas a decisão que queres sabendo que nunca te poderás lamentar dela porque o mundo te cairá em cima com o slogan "eu avisei-te". Ou tomas a decisão que quase te impõem e serás um pouco mais infeliz mas com, de quem mais queres reconhecimento, a aplaudir.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Estou realmente cansada...


... de pessoas que passam a vida a dizer mal da vida que levam, a vitimizarem-se e a agoirar a vida dos outros (que acham sempre que é melhor que a deles/as).
Nenhuma vida é perfeita, todos temos problemas e fases más, mas basta olharmos para o lado para vermos alguém pior que nós. E muitas vezes esses alguéns conseguem ter uma ar mais feliz.
Todos temos direito a desabafos, mas quando isso se torna um disco riscado, CANSA!

E isto é escrito por aquela que tem como negativa o nome do meio.
Mas felizmente, os anos e a vivência têm-me ensinado a ver as coisas com uma lente mais cor de rosa.
Colocar as queixas numa balança e verificar que as coisas positivas pesam sempre mais, é sempre um bom exercício para continuar a andar para a frente

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Não há paciência...

.... para tanta futilidade!
Só pensam nas pestanas postiças, nos Louboutin, na sessão de solário, na marcação no cabeleireiro, nas lentes de contacto, no vestido D&G, nas unhas de gel, no carro topo de gama, no relógio CK ...no exterior, na aparência, no visível.
O que não se vê à 1ª impressão pode ser aterrador,sombrio e escuro, mas isso não importa... é secundário.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Mau perder

É um dos meus piores defeitos!
Não gosto de perder nem a feijões... mas enquanto forem só a feijões ainda suporto, mas quando a coisa passa a ser Euros, o caso muda completamente de figura.
Por isso fujo dos jogos a dinheiro como o diabo da cruz.
Não gosto, não me dá a mínima adrenalina, eu sei que perco a oportunidade de ganhar, mas assim evito a hipótese de perder.

Eu sei que estou nesta vida para resolver um problema com o materialismo, com o terreno... e estas minhas fobias só podem estar ligadas a isso.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Acredito na justiça

Quando vejo as pessoas provarem do seu próprio veneno.

É por estas e por outras que sou uma besta (saudável).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Casa dos segredos - uma amostra da sociedade

Já sei que para alguns a visualização destes reality-shows são uma pura perda de tempo, mas eu já assumi aqui que até gosto de ir acompanhando.

E chego à conclusão que aquilo não é nada mais, nada menos que uma amostra da sociedade em que vivemos e dos valores que se praticam.

As pessoas mentem, manipulam, influenciam tudo com um único objectivo: ganhar o jogo e o dinheiro.

Claro que nem tudo é mau, e no meio de tanta jogada há sempre sentimentos verdadeiros e pessoas genuínas... mas cada vez são mais raros.


Para mim tudo se resume a uma questão: É importante ser bom jogador para se ganhar o jogo, mas ser bom jogador implica ter falta de carácter e de valores morais? No meu ver não!

Mas as pessoas usam a desculpa que estão a jogar para poderem usar os truques mais baixos.


E se isto se passa na Casa dos Segredos o mesmo se passa na vida real.


A ganância pelo dinheiro, pelo poder, pelo status... a ambição desmedida, a competitividade cega, os sentimentos egoístas e egocêntricos... transformam a maioria das pessoas em monstros sem moral nem valores, que justificam os seus actos com o fim, mas sem olhar a meios...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Síndrome do iogurte estragado




Há já algum tempo que vos disse neste post que iria partilhar convosco a teoria do síndrome do iogurte estragado... hoje é o dia.

Está teoria está quase provada cientificamente, não é Bug?

Este síndrome pode verificar-se tanto no género feminino como no masculino e começa-se a registar na faixa etária dos 25 aos 35 anos.

Acontece quando um individuo que se encontra nesta faixa etária não consegue ter ou manter uma relação amorosa séria e duradoura, enquanto os semelhantes já têm companheiros, casaram ou juntaram-se e alguns até já têm filhos.

Aqui começam a surgir os primeiros sintomas do encalhado: depressões, ansiedades, procura incansável por uma parceiro para mostrar em sociedade, alterações brusca de humor, etc.

Devido a estes sintomas são arrastados para relações estranhas que começam do nada e os leva a dar tudo pela tão desejada felicidade e solidez... e é normal ouvir-se em menos de um mês de relação: " É o homem/mulher da minha vida"; "Já dorme todos os dias na minha casa"; "Já não consigo viver sem ele/a".

Mas querem tanto forçar as coisas para que corram bem, querendo para isso saltar alguns patamares importantes nas relações para que tudo se desenrole mais rápido que, na maioria dos casos, acabam por sufocar e afugentar o parceiro, que foge daquela marcação a sete pés.

E depois, é o drama, a tragédia, o horror... o mundo desaba, ficam na merda sem entender porque dão sempre tanto e recebem tão pouco, isolam-se e acham que o mundo todo (entenda-se amigos) tem que parar para os consolar. E esta fase só termina quando surge novamente uma presa na área... e tudo começa novamente, como se fosse um ciclo vicioso.

Claro que depois até os amigos se afastam, porque depois de muitos avisos e conselhos, já ninguém aguenta tanto drama.

E resumidamente é esta a teoria do Síndrome do iogurte estragado: as pessoas acham que têm uma validade no que diz respeito ao amor, e quando esse prazo pré-estabelecido por elas próprias está perto do fim, começam a forçar as relações arranjando com isso imensas embrulhadas e afugentado tudo e todos de si devido às suas atitudes.

E depois acham que o mundo está contra elas... mas são elas que contribuem sozinhas para isso!




Esta teoria tem como base casos de estudo verídicos

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sonhos

Se há coisa que me intriga e para a qual eu gostava de arranjar explicação é para os meus sonhos.

Geralmente, não são sonhos muitos bons, nem repletos felicidade... mas também não são pesadelos.

São coisas banais e que poderiam ser quotidianas... mas o que me intriga mesmo é com as pessoas com quem sonho (que geralmente não fazem parte do meu dia-a-dia), os lugares, a maneira como me vejo a mim mesma... e depois de acordar, a forma concreta e clara como os recordo.


Sonho muitas vezes e, ao contrário da maioria das pessoas, só não sonho quando não estou confortável (uma noite mal dormida, uma cama estranha, etc.).

Em geral todas as noites sonho... mas muitas vezes são imagens tão fugazes ou sem nexo que depois de acordar são arrumadas no esquecimento.

Porém, há alguns casos pontuais em que esses sonhos são tão reais e ficam tão presentes que são capazes de me afectar por uns dias.


No caso das pessoas envolvidas nos sonhos, locais ou assuntos serem alvos possíveis de pesquisa, tenho por norma ir à procura de informação que me possa dar uma luz sobre o significado daquilo que sonhei.

Geralmente esta pesquisa não trás grandes frutos, mas gera muitas vezes coincidências engraçadas... como por exemplo, o que sonhei esta noite foi alvo de reportagem no telejornal da noite de um canal nacional.

Não seria nada de surreal se eu tivesse visto a reportagem, e à noite o meu cérebro fosse novamente buscar o assunto... mas não, não a vi, e só hoje depois de pesquisar o tema é que tive conhecimento de tal reportagem.


Isto faz-me questionar se não estaria destinado que aquela informação chegasse até mim?

É algo tão simples e tão sem importância, mas que me faz questionar sobre tantas coisas nesta vida...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Gostei de ler...

[Um velho chefe índio ensina o neto sobre a vida…
“Uma luta acontece dentro de mim” disse o avô ao rapaz, “é uma luta terrível entre dois lobos, um é mau, ele é a raiva, a inveja, a tristeza, o desgosto, a ganância, a arrogância, a auto comiseração, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras, a vaidade, a superioridade, a dúvida de si mesmo e o ego. O outro é bom, ele é a alegria, a paz, o amor, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a generosidade, a empatia, a verdade, a compaixão e a fé. Esta luta acontece dentro de ti e dentro de qualquer pessoa”.
O neto pensou sobre as palavras do avô durante um bocado e depois perguntou-lhe, “Qual dos lobos vai ganhar?” o avô olhou para o neto e respondeu simplesmente “Aquele que cada um de nós alimentar!”.]

... e acredito piamente.

Só para concluir...

DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUíS XIV

Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luiz XIV.Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV em 1661, alguns dos quais permanecem na coleção do museu do Louvre em Paris.

O diálogo:
Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível.Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...

Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão.Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro.E como é que havemos de o obter se já criamos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criam-se outros.

Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E então os ricos?

Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: Então como havemos de fazer?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.